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Processos de corte de metal: Plasma X Oxicorte

Existem inúmeras maneiras de corte de metal mas se você deseja maximizar os investimentos e produzir melhores resultados de corte, conheça as formas mais utilizadas e saiba qual a melhor forma de realizar o procedimento.

 

Há 100 anos atrás o oxicorte era o método mais comum para cortar metal porém com o advento das novas tecnologias na área da informática e também do crescente aumento da busca por uma qualidade cada vez maior, surgiu à mecanização dos processos de corte de matéria prima com plasma.

Nas últimas quatro décadas a tecnologia de corte a plasma tornou-se uma alternativa mais viável ao oxicorte, superando a  capacidade de cortar metais ferrosos e não ferrosos de forma rápida e limpa. O corte é preciso.

Segundo Joaquim e Ramalho (1996), atualmente na indústria em geral, o processo plasma vem substituído gradualmente o processo de oxicorte, pois apresenta melhores características de corte, como velocidade e acabamento da superfície cortada. Sabendo disso o oxicorte tende a limitar-se, do ponto de vista econômico pois os custos são bem menores (vide a tabela do Centro de Informação de Metalmecanica).

Mas vale salientar que o menor custo do oxicorte  em comparação ao plasma, não condiz que é o sistema mais indicado, econômico e eficiente para operar.  Pois a velocidade de corte mais rápida do plasma produz mais peças, assim os custos operacionais são absorvidos por um grande número de peças.

 

Por tanto o corte a plasma é a forma mais viável, eficaz e precisa para obtenção de resultados para nem os perfeccionistas encontrarem defeitos, e além disso comparando o oxicorte ao plasma, o plasma prevalece na maioria das considerações quanto a facilidade de uso e precisão de cortes angulares. Com o plasma, é possível cortar chapas empilhadas com um corte limpo, com o oxicorte isso é impossível de certa maneira.

Em Pernambuco existe uma empresa associada da RedePETRO PERNAMBUCO que é especializada nesse tipo de corte e conformação de chapas metálicas com plasma é a JEFFIL, empresa que conta com um parque industrial com máquinas revolucionárias em relação à corte a plasma, seus serviços são feitos com modernas máquinas de dobras, metaleira múltipla-função e máquinas de solda. A empresa tem uma sede em Pombos-PE, e conta com mais de 10 colaboradores.

“Existem várias formas de corte de metais, da utilização do maçarico até os mais precisos cortes com plasma...Porém o diferencial da JEFFIL, é mesmo a especialização pois o cliente que está procurando pelo projeto que tenha características mais detalhadas, precisa procurar empresas especializadas nesse tipo de corte, e em plasma a Jeffil é referência.” Argumenta o presidente da empresa e engenheiro, Jefferson Barros.

 



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Autor: Ramone Soraia

Data de Publica��o: 04/06/2015

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